Há um desejo no corpo, que envolve o pensamento
Toma conta do seu rosto e de todo o sentimento
Leva ao longe o seu gosto e o seu discernimento
Desejo real que se faz esquecimento
Um desejo perdido, trás de volta o seu eu
Tão profundo que um dia se perdeu
Torna-te, por momentos, dona do que é meu
E faz-te rendida a quem um dia te venceu.
Sentimento transgressor, que profana e acalma
Atitude que destrói, que transgride toda alma
Devolvendo ao racional a pureza de uma fauna.
E há quem diga que podemos controlar esses desejos?
ResponderExcluirBom, Julia, ao meu ver, podemos lidar com as vontades, mas controlar os desejos é difícil. Continuamos desejando mesmo que não estejamos conquistando. Seja em qual for o assunto, desejos são incontroláveis e práticas são passíveis de seleção.
ResponderExcluirValeu!!!
Abraço!