Ao olharmos para os lados... Para uma flor, uma nuvem ou uma ave, uma folha que cai lentamente de uma árvore, um animal qualquer que segue seus instintos, uma pessoa caminhando apressada pela rua... Ao olharmos para cima ou para baixo, para a natureza ou para o desnaturado, para o nada ou para tudo, enfim, fica fácil concluir quão simples é a vida. A maneira como as coisas vêm e vão, começam e acabam, nascem e morrem... A forma como tudo se adapta e se contorce por entre as frestas circunstanciais da nossa existência... O modo como nos relacionamos friamente com a parte que nos cabe desse mundo novo, desse imundo novo... É aí que nos colocamos como senhores do tudo, donos do mundo e mestres da vida. Mas, de fato, não somos donos de nada. Só julgamos ser. Simplesmente somos o que mais nos dói saber: Partes de um todo vazio e cheios de muito querer!
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Deixe seu comentário: