Ele não pensava em outra coisa... Somente ela em seus pensamentos. Linda, nua...
Sua vontade aumentava a cada minuto. Seus desejos clamavam pela presença de sua amada.
Os dias passavam lentos. Sua mente o perturbava. Sua libido ardia em desejo.
Sua vontade aumentava a cada minuto. Seus desejos clamavam pela presença de sua amada.
Os dias passavam lentos. Sua mente o perturbava. Sua libido ardia em desejo.
Fizeram amor diversas vezes em pensamento...
Suas mentes faziam joguinhos...
Ela sabia (de onde ela estava) de tudo o que se passava.
Ele também...
Mas ambos também sabiam que não havia saída.
A distância limitava seus corpos...
O desejo perturbava suas mentes sedentas por paixão.
Os dias se arrastavam como se serpenteassem na angústia de ambos os amantes.
Ele clamava por ela...
Suas mentes faziam joguinhos...
Ela sabia (de onde ela estava) de tudo o que se passava.
Ele também...
Mas ambos também sabiam que não havia saída.
A distância limitava seus corpos...
O desejo perturbava suas mentes sedentas por paixão.
Os dias se arrastavam como se serpenteassem na angústia de ambos os amantes.
Ele clamava por ela...
Ela o desejava ardentemente...
Suas vontades rumavam de um para o outro.
Ela se via ali, nua, totalmente entregue ao seu amado, despida de pudor e envolta apenas pelo seu desejo.
Ele entrava, calma e carinhosamente por entre as pernas de sua amada, embrenhando-se naquele fluido que antecedia a consumação do ato.
Ela o prendeu com suas pernas...
Ela se via ali, nua, totalmente entregue ao seu amado, despida de pudor e envolta apenas pelo seu desejo.
Ele entrava, calma e carinhosamente por entre as pernas de sua amada, embrenhando-se naquele fluido que antecedia a consumação do ato.
Ela o prendeu com suas pernas...
Ah, aquelas pernas... Pareciam terem sido torneadas pelos deuses!
Assim, ela o fez permanecer parado, dentro dela, como quem não quisesse que aquilo se findasse.
Ficaram ali, imóveis...
Não emitiram sequer um ruído.
Olhavam-se e amaram-se como um só ser que estavam sendo naquele momento.
De repente os movimentos ressurgem...
Ficaram ali, imóveis...
Não emitiram sequer um ruído.
Olhavam-se e amaram-se como um só ser que estavam sendo naquele momento.
De repente os movimentos ressurgem...
Seus corpos se esfregavam vertiginosamente...
Ele a segurou em seus braços...
Ela gemia de prazer...
Ambos se fartavam da quente, suada e molhada presença um do outro.
Havia atrito ali. Muito atrito consumindo toda a energia daqueles corpos em incessante movimento.
Ela gritava...
Ele puxava seus cabelos como quem domava uma fera.
Ela, a fera sedenta...
Ele, o domador incansável...
As janelas estavam embaçadas de tanto vapor. Um vapor oriundo daqueles corpos quentes e suados.
Gritos, gemidos, suor, calor, atrito...
Tudo foi ficando intenso demais...
O quarto estava muito quente. Insuportavelmente quente...
Ali, ambos se entregaram e inevitavelmente selaram o seu amor com os fluidos dos seus próprios corpos.
Cederam, exaustos...
Cederam, exaustos...
Acordaram logo após dissolver aquela distância, para sempre.
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