Saber acreditar nos atos de quem se ama, por mais incompreensíveis que possam parecer a primeira vista, pode ser um grande passo para se alcançar seus objetivos. Entender que há males que vem pra bem, que nem todo fim é um fim, que as vezes é preciso terminar para poder começar de uma maneira feliz e agradável, é um bom passo a se dar em direção a quem se ama.
Compreender, aceitar os momentos de dúvida nunca foi fácil, ainda mais depois de tantas certezas. Mas as certezas sempre serão as mesmas se a partir de agora respeitarmos o momento. Sei que eu não fiz isso até agora, mas é tudo o que eu mais quero, esse sou eu, agora posso lutar pra ser feliz de forma que alguém além de mim seja feliz também. Quero provar a mim mesmo que não sou fraco, que sofro e choro sim, não tenho medo disso, nem vergonha, mas acima de tudo, que não vou medir esforços para reconquistar um grande amor. Sim, posso viver sem saber o porque disso tudo, claro que sim. Mas a questão não é essa. Eu quero, eu posso, eu vou mostrar que eu sou merecedor dessa "prisão", e que essa prisão não tem nenhuma pena perpétua a não ser a de com certeza ser feliz. Muitas vezes me preocupei em ser agradável com os outros. Acho até que consegui, pode ser que algumas vezes não, mas o que sou é tudo o que realmente aparento ser. Sou esse, sou velho, sou novo, sou chato, sou foda, sou legal e sou (pra quem me conhece) o Krys, mas pra quem não conhece, sou sincero quando digo muito prazer! Mas esse eu é o que eu acho que sou. Vindo de mim é mentiroso e quase duvidoso tudo o que eu disse ser. Sou exatamente o que quer que eu seja! Mas sou autêntico, não sou cópia dos seus desejos. Nem tampouco desejo ser autêntico (porque sou) ou ser desejado como tal. Lembro-me de um dia ter dito que eu era só um ovo, fazendo referencia a um texto de Clarisse Lispector. Pois bem, sou um ovo, mas não o da Clarisse! Que ovo é aquele? Sou um ovo mais simples, simples como um ovo frito (sem calorias) ou um omelete feito a garfo. Sou quase uma panqueca (sem sal) com queijo! Sou sem graça! Mas sei que sou feito de ovo. Sei mais que a panqueca e o omelete, mas não tanto quanto o ovo e o queijo. Sabe, eu sei o que sou, sou um ovo. Mas quem seria o garfo? E a galinha? Sem eles não há ovo ou omelete! Se não sei quem é o garfo, então não sou um omelete (nem sou panqueca, mas porque não tem sal mesmo). Também não conheço a tal da galinha, nunca a vi, nem mesmo hoje. Posto isso, não sou um ovo. O que sou então? Deixa pra lá, isso nunca vai terminar.
Pois bem, quem deixaria tudo que é mais certo na vida em busca de algo novo? Eu passei tempos fazendo isso. Ainda gosto de olhar pro lado. Hoje sei o quanto é bom viver tudo intensamente. Vivo cada momento como se fosse o último! Deixo tudo de lado em busca do que me é certo, mas não deixo o certo por nada! Nunca deixaria ninguém pra trás só porque mudei os planos. Não sou adepto de testar as pessoas. Acho isso tudo uma grande besteira. Cada um tem direito de ser como é, não sou obrigado a mudar e por isso não quero que ninguém mude por mim. Minha felicidade reside onde estão minhas certezas. Estou certo de que nunca minto, e nem vou mentir pra ninguém quando o assunto for sentimento. Minha sinceridade é o que mais prezo em mim.
Contente-se com isso: Talvez esse seja realmente eu!
Não quero me preocupar em dizer ou tentar mostrar o que penso e passo durante o decorrer dos meus dias. Me tornei uma pessoa na qual se potencializaram dezenas e dezenas de dúvidas e questionamentos (talvez por isso esteja tão confuso). Alguém assim não deve se dar ao luxo de se explicar. Gostaria que não se preocupassem tanto em analisar ou interpretar quaisquer que sejam as palavras ditas, citadas ou seja lá o que for, nas linhas que se passaram e que se passarão até o final desse texto. Isso não é necessário. O que quero dizer é exatamente aquilo que você entendeu. Não me importa de quais pressupostos você se utilizou pra interpretar essas palavras, você deve estar certo. Sendo assim, obrigado por não ligar.
Agradeço, de coração, àqueles que, como você, dedicaram um pouco de seu tempo para sanar um sádico desejo meu de expressar meus pensamentos com palavras entrecruzadas e confusas, se arriscando a terminar essa leitura ainda mais convictos de que sou mesmo um cara pirado.
Deixo claro que não cheguei a nenhuma conclusão em nenhum momento da minha vida, portanto não queira concluir nada quando terminar de ler isso, afinal foi escrito por mim. E, por mais que eu saiba que isso não vai me render nada, nunca me preocupei realmente com o que vão pensar de mim ao lerem isso ou ao me verem passar do outro lado da rua. Digo isso porque aprendi que ninguém pode mudar uma vida que não seja a sua própria. Oras, tenho 23 anos e pareço ter 63. O que vou fazer numa situação dessas? Não vou dar uma de Paul McCartney e escrever When I’m 64, seria ridículo. Não quero me preocupar com o futuro, mas me preocupo de verdade com o hoje. Tudo é reflexo do que fiz ontem, e se tivesse prestado mais atenção no ontem enquanto ele era hoje, talvez não tivesse estragado tanto o hoje (que era o amanhã enquanto eu vivia no ontem).Tudo é reflexo. Entendam que tudo isso não vale nada. Não espere do mundo aquilo que você precisa pra ser feliz. Tenha dúvidas, certezas, seja confuso e taxado de louco, vagabundo, etc., mas construa você mesmo sua lógica. O mundo se tornou um complexo de lógicas insanas nas quais foram depositados todos os tipos de frieza e egoísmo existentes. Construa sua própria felicidade e coloque-a dentro desse complexo. Assim, quem sabe um dia, teremos coisas boas pra pegar ali.
Compreender, aceitar os momentos de dúvida nunca foi fácil, ainda mais depois de tantas certezas. Mas as certezas sempre serão as mesmas se a partir de agora respeitarmos o momento. Sei que eu não fiz isso até agora, mas é tudo o que eu mais quero, esse sou eu, agora posso lutar pra ser feliz de forma que alguém além de mim seja feliz também. Quero provar a mim mesmo que não sou fraco, que sofro e choro sim, não tenho medo disso, nem vergonha, mas acima de tudo, que não vou medir esforços para reconquistar um grande amor. Sim, posso viver sem saber o porque disso tudo, claro que sim. Mas a questão não é essa. Eu quero, eu posso, eu vou mostrar que eu sou merecedor dessa "prisão", e que essa prisão não tem nenhuma pena perpétua a não ser a de com certeza ser feliz. Muitas vezes me preocupei em ser agradável com os outros. Acho até que consegui, pode ser que algumas vezes não, mas o que sou é tudo o que realmente aparento ser. Sou esse, sou velho, sou novo, sou chato, sou foda, sou legal e sou (pra quem me conhece) o Krys, mas pra quem não conhece, sou sincero quando digo muito prazer! Mas esse eu é o que eu acho que sou. Vindo de mim é mentiroso e quase duvidoso tudo o que eu disse ser. Sou exatamente o que quer que eu seja! Mas sou autêntico, não sou cópia dos seus desejos. Nem tampouco desejo ser autêntico (porque sou) ou ser desejado como tal. Lembro-me de um dia ter dito que eu era só um ovo, fazendo referencia a um texto de Clarisse Lispector. Pois bem, sou um ovo, mas não o da Clarisse! Que ovo é aquele? Sou um ovo mais simples, simples como um ovo frito (sem calorias) ou um omelete feito a garfo. Sou quase uma panqueca (sem sal) com queijo! Sou sem graça! Mas sei que sou feito de ovo. Sei mais que a panqueca e o omelete, mas não tanto quanto o ovo e o queijo. Sabe, eu sei o que sou, sou um ovo. Mas quem seria o garfo? E a galinha? Sem eles não há ovo ou omelete! Se não sei quem é o garfo, então não sou um omelete (nem sou panqueca, mas porque não tem sal mesmo). Também não conheço a tal da galinha, nunca a vi, nem mesmo hoje. Posto isso, não sou um ovo. O que sou então? Deixa pra lá, isso nunca vai terminar.
Pois bem, quem deixaria tudo que é mais certo na vida em busca de algo novo? Eu passei tempos fazendo isso. Ainda gosto de olhar pro lado. Hoje sei o quanto é bom viver tudo intensamente. Vivo cada momento como se fosse o último! Deixo tudo de lado em busca do que me é certo, mas não deixo o certo por nada! Nunca deixaria ninguém pra trás só porque mudei os planos. Não sou adepto de testar as pessoas. Acho isso tudo uma grande besteira. Cada um tem direito de ser como é, não sou obrigado a mudar e por isso não quero que ninguém mude por mim. Minha felicidade reside onde estão minhas certezas. Estou certo de que nunca minto, e nem vou mentir pra ninguém quando o assunto for sentimento. Minha sinceridade é o que mais prezo em mim.
Contente-se com isso: Talvez esse seja realmente eu!
Não quero me preocupar em dizer ou tentar mostrar o que penso e passo durante o decorrer dos meus dias. Me tornei uma pessoa na qual se potencializaram dezenas e dezenas de dúvidas e questionamentos (talvez por isso esteja tão confuso). Alguém assim não deve se dar ao luxo de se explicar. Gostaria que não se preocupassem tanto em analisar ou interpretar quaisquer que sejam as palavras ditas, citadas ou seja lá o que for, nas linhas que se passaram e que se passarão até o final desse texto. Isso não é necessário. O que quero dizer é exatamente aquilo que você entendeu. Não me importa de quais pressupostos você se utilizou pra interpretar essas palavras, você deve estar certo. Sendo assim, obrigado por não ligar.
Agradeço, de coração, àqueles que, como você, dedicaram um pouco de seu tempo para sanar um sádico desejo meu de expressar meus pensamentos com palavras entrecruzadas e confusas, se arriscando a terminar essa leitura ainda mais convictos de que sou mesmo um cara pirado.
Deixo claro que não cheguei a nenhuma conclusão em nenhum momento da minha vida, portanto não queira concluir nada quando terminar de ler isso, afinal foi escrito por mim. E, por mais que eu saiba que isso não vai me render nada, nunca me preocupei realmente com o que vão pensar de mim ao lerem isso ou ao me verem passar do outro lado da rua. Digo isso porque aprendi que ninguém pode mudar uma vida que não seja a sua própria. Oras, tenho 23 anos e pareço ter 63. O que vou fazer numa situação dessas? Não vou dar uma de Paul McCartney e escrever When I’m 64, seria ridículo. Não quero me preocupar com o futuro, mas me preocupo de verdade com o hoje. Tudo é reflexo do que fiz ontem, e se tivesse prestado mais atenção no ontem enquanto ele era hoje, talvez não tivesse estragado tanto o hoje (que era o amanhã enquanto eu vivia no ontem).Tudo é reflexo. Entendam que tudo isso não vale nada. Não espere do mundo aquilo que você precisa pra ser feliz. Tenha dúvidas, certezas, seja confuso e taxado de louco, vagabundo, etc., mas construa você mesmo sua lógica. O mundo se tornou um complexo de lógicas insanas nas quais foram depositados todos os tipos de frieza e egoísmo existentes. Construa sua própria felicidade e coloque-a dentro desse complexo. Assim, quem sabe um dia, teremos coisas boas pra pegar ali.
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